terça-feira, 6 de setembro de 2011

Suas Mãos, Seu Sorriso, Minha Vida


Às vezes eu me pego pensando no que realmente me chama atenção numa mulher. Com tantos atributos e encantos fica complicado não se perder em admiração eterna à beleza feminina. Cabelos, olhos, boca, peito, quadris, pele, mãos. Mulheres perfeitamente esculpidas como a mais divina obra de arte. Obras as quais foram feitas para serem admiradas, respeitadas, amadas, tratadas com todo o amor e carinho. Sejam altas, baixas, magras, gordas, morenas, loiras ou ruivas, não importa; todas carregam consigo a essência que todo homem precisa para viver.

Quando me perguntam o que mais me chama atenção numa mulher, eu respondo: as mãos e o sorriso. Muitos desacreditam, pois acabam levando a pergunta para o lado da atração física. Mas como toda a resposta deve ser justificada, acrescento: as mãos de uma mulher, me dizem muito sobre ela. As marcas das mãos, a disposição dos dedos, as unhas feitas ou não, curtas ou longas, a pele macia. É nas mãos dela que eu vou colocar meu coração, são as mãos dela que vão me acariciar toda vez que estivermos juntos, é nas mãos dela que eu segurarei quando quiser sua confiança. E o sorriso dela me faz ficar louco, esquecer de tudo e todos, me fazendo pensar que só existe uma pessoa no mundo que me dê alegrias. Esse sorriso me faz viajar, delirar, voar e sentir-me nas nuvens. É no silêncio do seu sorriso que o meu coração grita desesperado de amor.

'Na paz do seu sorriso, meus sonhos realizo e te beijo feliz. A beleza é nada se for comparada com tudo que eu vejo em você' Já dizia o rei em uma música, provando que homem algum resiste aos encantos do sorriso de uma mulher. Infelizmente nem tudo é uma constante e muitas mulheres parecem fazer questão de esconder estes traços encantadores, sob máscaras que antagonizam suas essências. Fazem isso em busca de algo maior, um sonho, por desejo, não sei; eis um questionamento. Muitas destas devem estar se perguntando agora quem sou eu para achar que conheço as mulheres. Respondo que não conheço nada, nem me atreverei a descobrir seus mistérios indecifráveis, apenas as admiro. Afinal fui gerado por uma mulher e espero passar meus últimos dias ao lado de outra.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vivendo e (Des) Aprendendo


Quantos dilemas enfrentamos na nossa vida, todos os dias. Nascemos com uma linda ingenuidade e a medida que vamos crescendo isso parece que vai se acabando. Inocentes, quando crianças acreditamos em tudo que nos falam, mas umas decepções aqui, outras ali e começamos a desconfiar das pessoas, até nos ensinam isso.

Viemos ao mundo amando incondicionalmente, distribuindo sorrisos e gestos carinhosos a todos que nos cercam. De repente nos limitam isso dizendo pra tomarmos cuidado, pois não sabemos as intenções de determinadas pessoas para conosco. O tempo vai passando, a vida nos 'ensinando' e aos poucos vamos perdendo partes tão bonitas da nossa essência, mas tudo isso por uma questão de sobrevivência. Aprendemos que nem todos são dignos do nosso amor, que promessas muitas vezes são em vão, que as pessoas das quais mais gostamos podem nos machucar, que existem pessoas más e que nem tudo é tão bom ao ponto de ficarmos totalmente satisfeitos nem tão ruim para que desejamos a morte.

A vida, este presente maravilhoso que recebemos, como uma peça de teatro para a qual somos convocados e se quer temos um roteiro para seguir. Um dos maiores erros do ser humano é amaldiçoar sua própria vida, desvalorizá-la, dizer que prefere a morte; que grande erro. Ingratos esses que mesmo tendo vindo ao mundo através da união de duas vidas, num ato tão belo e cheio de amor testemunhado pelos anjos. Não é de bom grado dizer que a vida não presta quando passamos por momentos difíceis, isso é uma atitude mesquinha e ignorante.

Muitos dos problemas que temos hoje no mundo seriam solucionados se a vida não estivesse tão banalizada e nem se o amor que muitos dizem que tem fosse realmente verdadeiro. Muitos gastam tanto tempo odiando outras pessoas que nem percebem que isso as destrói por dentro. Que bom seria se a humanidade encontrasse, como um todo, o verdadeiro sentido da vida e vivesse feliz para sempre.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Questionando Pensamentos



Ás vezes não sei o que fazer, o que fazer, o que escrever. Não sei se sinto amor, paixão, ou amizade. Ás vezes nem sei porque tenho vontade de chorar, mas os motivos pra rir são tão óbvios. Viajando, delirando e às vezes nem pensando. Como seria a vida se não pudéssemos imaginar? Como teríamos mais sorrisos? E aquela música que você escuta e lembra de alguém na hora, seja por um momento engraçado ou até por amor. E quando você conhece alguém que parece perfeito e pensa que aquilo vai durar pra sempre, mas no final se decepciona, ou não.

Possibilidades, amores, gestos, carinhos, olhares, atenção, felicidades, sorriso, lágrimas, sentimentos, cuidados, paixões. Quantas mil palavras conhecemos e outras tantas mil nem fazemos a mínima idéia de que existam, talvez até pessoas no lugar de palavras. Palavras vem e vão, pessoas vem e vão. Conhecimento vem e fica, talvez não. Quantas milhares de horas já ouvimos de música e quantos poucos minutos que ouvimos brigas. Deveriam nascer flores de nossos ouvidos por isso? Tantas coisas bonitas falamos e tantas outras ofensas. Nossa língua deveria ter espinhos por isso?

Quantas tantas vezes sentimos o amor e carinho que precisamos nos braços e aos abraços de alguém, mas sentimos falsidade nos beijos de outros? E se não existissem vícios nem guerra? O mundo seria perfeito ou o lado negro do ser humano trataria de 'desenvolver' outras coisas tão destrutivas? Se cada erro de escrita fosse uma ofensa e cada um que os corrige fosse mal, o mundo não teria pessoas boas, ou melhor, as que erram seriam boas. Será que um mundo diferente seria melhor do que no qual vivemos?

Tem uma música que diz que todos nós precisamos de alguém, e quando acharmos esse alguém, nunca devemos deixar que se vá. Na música parece ser tão lindo, mas me soa um pouco possessivo isso. Enfim, esquece, não vou parar de ouvir a música e a música pra sempre vai ser bonita. Conseguimos dar sentido a tantas coisas que parecem não ter, dar valor a tantos outros que não se dão. O importante é o que você pensa de você ou o que o mundo acha que você é? Responder ou fazer perguntas? Ouvir ou falar? Equilíbrio, será? Bem, só sei que devo parar de hesitar.

domingo, 17 de julho de 2011

A Árvore do Amor


Todos os dias nos encontrávamos à sombra daquela árvore frondosa e ali conversávamos sobre tudo. Tu me confiavas os teus segredos e eu te dizia dos meus. Te recostavas em mim e eu te acariciava enquanto sentia aquele cheiro gostoso do teu cabelo. Lembro que quando ficavas preocupada seguravas forte em meu braço e eu, pra tentar te acalmar, olhava firme nos teus olhos e dizia que tudo ficaria bem. Em seguida soltavas o sorriso mais lindo desse mundo e me abraçavas. Nossa amizade era tão bonita. Que orgulho eu tinha de ti. Durante tantos anos sempre fizemos isso, debaixo daquela árvore nasceu a nossa bela amizade.

Fomos crescendo e nossos objetivos também. Queríamos coisas diferentes, realizar nossos desejos e eu sempre sonhando em viajar para a Europa. Tu sempre dizias que irias comigo. Infelizmente não foi bem assim que aconteceu. Realizei a minha tão esperada viagem e acabei ficando dois anos por lá. Perdemos contato e não conversávamos mais, mas a tua falta apertava demais meu peito. Percorri todo o 'velho mundo' e não achei árvore igual àquela, muito menos com o seu principal adorno, aquela garotinha tão especial a quem amava tanto.

Quando regressei fui direto à nossa árvore e chegando lá vi um pequeno livro. Logo reconheci teu caderno de anotações. Mesmo sem nunca tê-lo lido longe de ti, sentei sob a árvore e comecei a lê-lo, principalmente o que escrevestes depois que parti. A cada palavra que corria entre os meus olhos aflitos por te encontrar, sentia que teu coração estava ali por perto. A cada hora que passava lia com mais voracidade e tudo que via me preocupava.
Foi então que levantei depois de horas sentado lendo aquele caderninho e dei uma volta em torno da árvore. Vi entalhado no tronco daquela árvore antiga o que me desolou. Uma trovinha que me fez cair e chorar. Estava escrito: 'A vida acabou, aqui estou. Deixo um caderno à lembrança de meu amigo eterno.' Um filme passou pela minha cabeça de tudo que tinha vivido com ela e todas as felicidades que ela tinha me trazido.

Um amor verdadeiro, fiel, que nada abalara acabou de forma tão ríspida. Até hoje não me conformo da maneira como fostes, mas nunca vou esquecer das tuas mãos delicadas, teu cabelo cheiroso, tua pele macia e, principalmente, da maneira como nos amávamos. A nossa cumplicidade era a prova de que amor de irmão existe e é tão profundo quanto os laços de família.

Escolhemos doarmos um ao outro sempre que preciso. Agora, sinto a falta do teu amor. Sei que estás olhando por mim aonde quer que eu vá. Jamais esquecerei das tardes de conversas longas sob a confortante árvore, que um dia alguém plantou, ela cresceu e deu frutos, assim como a nossa amizade. Nunca esquecerei dos momentos em que confortávamos um ao outro. Amor foi o que sempre sentimos um pelo outro, foi o que nos uniu. Sempre que sentir sua falta, olharei à noite para o céu e sorrirei para a estrela mais brilhante que houver. Estarás junto ao meu coração em todos os momentos, minha amada, meu anjo.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Bread - If

Essa música é linda demais. Tenho ouvido muito as músicas do 'Bread', uma banda dos anos 70 que tem canções belíssimas que falam direto ao coração. Aqui vai a música e a tradução. Espero que curtam o 'Bread'.



"Então, uma a uma, as estrelas se apagariam e nós voaríamos para bem longe."